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	<title>Mirada &#187; peru</title>
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	<description>Festival Ibero-americano de Teatro de Santos</description>
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		<title>Museu da memória</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 22:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espetáculo que o Grupo Cultural Yuyachkani (pronuncia-se "iuiachicani") levou domingo e segunda (dias 5 e 6 de setembro) para a Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico de Santos, emocionou o público ao abordar questões culturais, sociais, religiosas e políticas do Peru - e que fala a todas as nações latino-americanas que sofreram processos de ditadura e crises econômicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="https://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://www.youtube.com/v/U8mFiOVsy_0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="https://www.youtube.com/v/U8mFiOVsy_0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O espetáculo que o Grupo Cultural Yuyachkani (pronuncia-se &#8220;iuiachicani&#8221;) levou domingo e segunda (dias 5 e 6 de setembro) para a Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico de Santos, emocionou o público ao abordar questões culturais, sociais, religiosas e políticas do Peru &#8211; e que fala a todas as nações latino-americanas que sofreram processos de ditadura e crises econômicas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Hecho4" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Hecho4.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Como diz o título &#8220;Hecho en el Peru, Vitrinas para un Museo de La Memoria&#8221;, a montagem reproduz vitrines que funcionam como palcos para seis cenas realizadas simultaneamente, ladeando um corredor. Como em um shopping center, tudo é muito colorido, iluminado e barulhento, e o público percorre as vitrines e escolhe o que ver, enquanto que no fundo do corredor é servido um coquetel. É uma maneira leve e divertida de tratar de temas pesados e caros a todos nós.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2065 aligncenter" title="Hecho7" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Hecho7.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Não há diálogos. Os atores fazem suas cenas dentro das vitrines, interagindo com vídeos, objetos e até com o público, sem contato uns com os outros. Mas há uma narradora, que canta e lê notícias como se estivesse em um programa de rádio. As imagens potentes, a repetição de algumas coreografias e de algumas falas e cantos nos conduziram a um nível de compreensão que ultrapassou a razão. Houve espectadores que choraram.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2066 aligncenter" title="Hecho9" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Hecho9.jpg" alt="" width="332" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Hecho1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Hecho1.jpg" alt="" width="343" height="517" /></p>
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		<title>Nada é absoluto</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 01:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por meio do teatro, Enrique Diaz (foto) revela as engrenagens do jogo cênico e, consequentemente, da vida. Afinal, como ele costuma dizer, a realidade é também uma construção. Em “In On It”, que será apresentado no MIRADA, o diretor novamente lança mão do metateatro (peça dentro da peça) – em cena, dois atores ensaiam a história de um homem que está morrendo. Assim foi nas montagens “Ensaio.Hamlet” e “Gaivota – Tema para um Conto Curto”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1877" title="EnriqueDiaz1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/EnriqueDiaz1.jpg" alt="" width="500" height="295" /></p>
<p style="text-align: left;">Por meio do teatro, Enrique Diaz (foto) revela as engrenagens do jogo cênico e, consequentemente, da vida. Afinal, como ele costuma dizer, a realidade é também uma construção. Em “In On It”, que será apresentado no MIRADA, o diretor novamente lança mão do metateatro (peça dentro da peça) – em cena, dois atores ensaiam a história de um homem que está morrendo.</p>
<p style="text-align: left;">Assim foi nas montagens “Ensaio.Hamlet” e “Gaivota – Tema para um Conto Curto”, em que os atores saíam das personagens para compartilhar suas impressões com a plateia, fragmentando ou dessacralizando as obras de dois ícones do teatro mundial: Shakespeare e Tchekhov.</p>
<p style="text-align: left;">Até no cinema Diaz se envolveu em projeto que fez uso da metalinguagem: no documentário “Moscou”, de Eduardo Coutinho, ele dirigiu o grupo Galpão na montagem de “As Três Irmãs”, de Tchekhov, feita especialmente para o filme. O documentário põe em xeque a própria função que lhe cabe – a de mostrar a realidade – ao misturar os bastidores da criação cênica à cena de fato.</p>
<p style="text-align: left;">Leia abaixo, a entrevista que Enrique Diaz concedeu ao Blog do MIRADA, via Facebook:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Blog do MIRADA – Você vive no Brasil, nasceu no Peru, filho de pai paraguaio, tem irmão nascido no México (o ator Chico Diaz). Essas diferentes matrizes influenciaram seu modo de ser e ver o mundo?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Enrique Diaz –</strong> Sinceramente não sei dizer de que forma esses aspectos biográficos afetaram meu modo de ver o mundo. Talvez um olhar para a diversidade, um desejo de não ficar preso a padrões hegemônicos, não tenho certeza. Mas me parece que a relação familiar, o tipo de olhar que meus pais têm para a educação dos filhos seja bem mais determinante.</p>
<p><strong>Além do Brasil, você mantém alguma relação especial com seu país de origem ou com outro país latino-americano, além do Brasil?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não em especial. Aliás, nunca fui ao Peru, o que é curioso.</p>
<p><strong>O que você acha da realização de um festival que reúne produções latinas e ibero-americanas?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Acho festival sempre bom, é uma oportunidade de encontro, de diversidade, de diálogo. O fato de ele ser ibero-americano o torna mais específico, o que me parece bom. Essa olhada geral com esse recorte de nacionalidades e culturas pode ser bem interessante.</p>
<p><strong>Além de participar com “In On It”, você vai conseguir acompanhar um pouco do Festival? O que pretende assistir?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não tenho certeza se vou poder ira ao festival, em função de outros compromissos, profissionais e familiares, no Rio (de Janeiro). Estou viajando muito com meu outro trabalho, “OUTRO”, e quando chego em casa tenho muita coisa atrasada.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Você tem especial predileção por criações que fazem uso da metalinguagem, do metateatro – a exemplo de“Ensaio.Hamlet”, do próprio “In On It” e do seu envolvimento no filme do cineasta Eduardo Coutinho, “Moscou”, com você dirigindo o grupo Galpão. Por que esse interesse por misturar ficção e realidade, de revelar os processos da obra artística?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Tenho um interesse natural por isso. Acho que a ideia de revelar a construção de algum nível de realidade, qualquer que seja ele, nos ajuda a lembrar que tudo, em última instância, é construção. Identidade, cultura, relações de afeto, convivência, tudo é construção, nada é absoluto. Olhar as engrenagens nos faz perceber, ludicamente, que as coisas são móveis, flexíveis, e que muitas vezes nosso modo de olhar se vicia, nos fazendo inábeis e inflexíveis.</p>
<p><strong>“In On It” ficou oito meses em cartaz em São Paulo. O sucesso poderia ser associado ao interesse do público por essa interface da ficção com a realidade – vide o sucesso dos reality shows?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não sei se é questão da ficção e realidade que faz o sucesso da peça. A qualidade do texto, no que se refere à estrutura formal aliada a uma pegada bastante afetiva, junto do excelente trabalho dos atores, me parece mais claramente os grandes atrativos da peça, que além dos meses em São Paulo, ficou também meio ano no Rio.</p>
<p><strong>Qual é a magia do texto de Daniel MacIvor?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Ele é muito engenhoso no texto e se utiliza muito bem do que é misterioso para o público junto com o que é muito familiar. Vide alguns elementos quase melodramáticos do texto, que ficam muito bem dentro de uma estrutura feita de camadas.</p>
<p><strong>Você teve de mexer muito na estrutura do texto? Procurou simplificá-lo?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não mexi absolutamente nada, o que está em cena e o texto do Daniel.</p>
<p><strong>O foco do espetáculo está bastante na dupla de atores, que faz as passagens entre os três níveis que compõem a montagem. Essa opção – de valorizar o trabalho do ator – foi sua ou é uma premissa do texto?</strong></p>
<p style="text-align: left;">O texto tem esta característica. O autor é ator e na montagem que assisti, ele dirigia. O grau de sofisticação do texto tem muito a ver com o que ele pode esperar das atuações, isso é evidente. Sem bons atores esta peça não existe.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A sua Companhia dos Atores, fundada há 20 anos, corre o risco de acabar. Como o grupo manteve-se por tanto tempo? Qual seria a saída possível para dar continuidade ao trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: left;">A companhia continuou existindo porque a cada momento fizemos a escolha de que queríamos aquilo para nós, aquela convivência, a curiosidade, o trabalho. Tivemos alguns apoios importantes, nunca por período longo, e agora estamos num momento crítico, o que denota um sistema de política cultural que não dá o devido valor a esta continuidade. Basicamente a saída possível é apoio financeiro, para continuarmos a fazer daquele espaço um espaço para a cidade, para o País.</p>
<p style="text-align: left;">:: serviço<br />
dias 7 e 8 de setembro<br />
terça e quarta | 18h • Teatro Guarany<br />
duração: 1h20<br />
classificação indicativa: 16 anos</p>
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		<title>Não dá para não vir</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 02:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com feriado nacional prolongado à vista (7 de setembro), não tem desculpa para deixar de vir a Santos durante o MIRADA. Serão apresentados 21 espetáculos dos 31 que fazem parte da programação e uma série de atividades formativas, como exposições, encontros e debates – ou seja, a organização do Festival conseguiu concentrar mais da metade das atrações para os dias de folga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1790" title="el_foc_del_mar (4)" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/el_foc_del_mar-4.jpg" alt="" width="500" height="680" /></p>
<p>Com feriado nacional prolongado à vista (7 de setembro), não tem desculpa para deixar de vir a Santos durante o MIRADA. Serão apresentados 21 espetáculos dos 31 que fazem parte da programação e uma série de atividades formativas, como exposições, encontros e debates – ou seja, a organização do Festival conseguiu concentrar mais da metade das atrações para os dias de folga.</p>
<p>Para quem mora em Santos, o feriado será ainda maior, pois se estende até 8 de setembro, dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora do Monte Serrat.</p>
<p>O MIRADA começa no dia 2, mas para quem pode vir somente durante o feriadão, poderá desfrutar de espetáculos de rua, adultos e infantis, a partir da noite de 3 de setembro, sexta-feira.</p>
<p>Os ingressos estão à venda desde o dia 21 de agosto, no SESC Santos e em todas as unidades do SESC SP (Capital e Interior – exceto SESC Bertioga), e custam de R$ 2,50 a R$ 10,00.</p>
<p>Confira abaixo a lista de espetáculos que serão apresentados durante o feriadão – e depois veja sinopses e serviços no link Programação do site, onde está disponível a grade completa, com dias, locais e horários, para baixar e imprimir. Sobre as atividades formativas, acesse o link de mesmo nome no site.</p>
<p><strong>Dia 3</strong><br />
21h30 – “De Monstruos y Prodigios: La Historia de los Castrati (México) – 16 anos<br />
11h –“Este Lado para Cima – Isto Não é um Espetáculo” (Brasil) – livre (na rua)</p>
<p><strong>Dias 3 e 4</strong><br />
18h – “El Foc Del Mar” (Espanha) – livre (na rua) &#8211; foto acima<br />
19h30 – “Urtain” (Espanha) – 16 anos<br />
“Passport” (Venezuela) – 16 anos</p>
<p><strong>Dias 4 e 5</strong><br />
18h – “Mujeres Terribles” (Argentina) – 16 anos<br />
21h30 – “Savana Glacial” (Brasil) – 16 anos<br />
21h30 – “Vida” (Brasil) – 16 anos</p>
<p><strong>Dia 5</strong><br />
11h – “Arrumadinho” (Brasil) – livre (na rua)<br />
17h e 19h30 – “El Desarrollo de La Civilización Venidera” (Argentina) – 16 anos</p>
<p><strong>Dias 5 e 6</strong><br />
19h – “Hecho em el Perú, Vitrinas para um Museo de La Memoria” (Peru) – 16 anos</p>
<p><strong>Dia 6</strong><br />
16h – “Gigantes pela própria natureza” (Brasil) – livre (na rua)<br />
17h e 19h30 –“Todos los Grandes Gobiernos han Hevitado el Tatro Íntimo” (Argentina) – 16 anos</p>
<p><strong>Dias 6 e 7</strong><br />
16h (dia 6) e 11h (dia 7) – “O Cara que Matou as Cabras” (Brasil) &#8211; livre (na rua)<br />
20h – “O Idiota – uma novela teatral” (Brasil), partes 1 e 2 – 16 anos</p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
11h – “Filhotes da Amazônia” (Brasil) &#8211; infantil<br />
18h – “In on It” (Brasil) – 16 anos<br />
19h – “Lote 77” (Argentina) – 16 anos<br />
17h e 19h30 – “Espía a una Mujer que se Mata” (Argentina) – 16 anos<br />
21h30 – “Policarpo Quaresma” (Brasil) – 16 anos<br />
21h30 – “La Omisión de La Família Coleman” (Argentina) – 16 anos</p>
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		<title>Talento importado</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 02:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Mirada]]></category>
		<category><![CDATA[daniel mcivor]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro argentino]]></category>

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		<description><![CDATA[Enrique Diaz desenvolve sua carreira de ator no teatro, televisão e cinema. É irmão do ator Chico Diaz, que nasceu na Cidade do México - o pai de ambos era um diplomata paraguaio. Fundador da Companhia dos Atores, em 1990, as criações de Enrique Diaz se destacam pela forma com que valoriza o trabalho do ator, recebendo diversos prêmios importantes. O projeto “IN ON IT”, que o MIRADA apresenta em Santos, é uma adaptação do texto do autor canadense Daniel McIvor, e resultado da parceria do diretor com os atores Emilio de Mello e Fernando.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="enriquediaz" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/enriquediaz1.jpg" alt="" width="364" height="347" /></p>
<p>Enrique Diaz desenvolve sua carreira de ator no teatro, televisão e cinema. É irmão do ator Chico Diaz, que nasceu na Cidade do México &#8211; o pai de ambos era um diplomata paraguaio. Fundador da Companhia dos Atores, em 1990, as criações de Enrique Diaz se destacam pela forma com que valoriza o trabalho do ator, recebendo diversos prêmios importantes. O projeto “IN ON IT”, que o MIRADA apresenta em Santos, é uma adaptação do texto do autor canadense Daniel McIvor, e resultado da parceria do diretor com os atores Emilio de Mello e Fernando.</p>
<p style="text-align: center;">
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