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	<title>Mirada &#187; latino americano</title>
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	<description>Festival Ibero-americano de Teatro de Santos</description>
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		<title>Nada é absoluto</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 01:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por meio do teatro, Enrique Diaz (foto) revela as engrenagens do jogo cênico e, consequentemente, da vida. Afinal, como ele costuma dizer, a realidade é também uma construção. Em “In On It”, que será apresentado no MIRADA, o diretor novamente lança mão do metateatro (peça dentro da peça) – em cena, dois atores ensaiam a história de um homem que está morrendo. Assim foi nas montagens “Ensaio.Hamlet” e “Gaivota – Tema para um Conto Curto”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1877" title="EnriqueDiaz1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/EnriqueDiaz1.jpg" alt="" width="500" height="295" /></p>
<p style="text-align: left;">Por meio do teatro, Enrique Diaz (foto) revela as engrenagens do jogo cênico e, consequentemente, da vida. Afinal, como ele costuma dizer, a realidade é também uma construção. Em “In On It”, que será apresentado no MIRADA, o diretor novamente lança mão do metateatro (peça dentro da peça) – em cena, dois atores ensaiam a história de um homem que está morrendo.</p>
<p style="text-align: left;">Assim foi nas montagens “Ensaio.Hamlet” e “Gaivota – Tema para um Conto Curto”, em que os atores saíam das personagens para compartilhar suas impressões com a plateia, fragmentando ou dessacralizando as obras de dois ícones do teatro mundial: Shakespeare e Tchekhov.</p>
<p style="text-align: left;">Até no cinema Diaz se envolveu em projeto que fez uso da metalinguagem: no documentário “Moscou”, de Eduardo Coutinho, ele dirigiu o grupo Galpão na montagem de “As Três Irmãs”, de Tchekhov, feita especialmente para o filme. O documentário põe em xeque a própria função que lhe cabe – a de mostrar a realidade – ao misturar os bastidores da criação cênica à cena de fato.</p>
<p style="text-align: left;">Leia abaixo, a entrevista que Enrique Diaz concedeu ao Blog do MIRADA, via Facebook:</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Blog do MIRADA – Você vive no Brasil, nasceu no Peru, filho de pai paraguaio, tem irmão nascido no México (o ator Chico Diaz). Essas diferentes matrizes influenciaram seu modo de ser e ver o mundo?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Enrique Diaz –</strong> Sinceramente não sei dizer de que forma esses aspectos biográficos afetaram meu modo de ver o mundo. Talvez um olhar para a diversidade, um desejo de não ficar preso a padrões hegemônicos, não tenho certeza. Mas me parece que a relação familiar, o tipo de olhar que meus pais têm para a educação dos filhos seja bem mais determinante.</p>
<p><strong>Além do Brasil, você mantém alguma relação especial com seu país de origem ou com outro país latino-americano, além do Brasil?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não em especial. Aliás, nunca fui ao Peru, o que é curioso.</p>
<p><strong>O que você acha da realização de um festival que reúne produções latinas e ibero-americanas?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Acho festival sempre bom, é uma oportunidade de encontro, de diversidade, de diálogo. O fato de ele ser ibero-americano o torna mais específico, o que me parece bom. Essa olhada geral com esse recorte de nacionalidades e culturas pode ser bem interessante.</p>
<p><strong>Além de participar com “In On It”, você vai conseguir acompanhar um pouco do Festival? O que pretende assistir?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não tenho certeza se vou poder ira ao festival, em função de outros compromissos, profissionais e familiares, no Rio (de Janeiro). Estou viajando muito com meu outro trabalho, “OUTRO”, e quando chego em casa tenho muita coisa atrasada.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Você tem especial predileção por criações que fazem uso da metalinguagem, do metateatro – a exemplo de“Ensaio.Hamlet”, do próprio “In On It” e do seu envolvimento no filme do cineasta Eduardo Coutinho, “Moscou”, com você dirigindo o grupo Galpão. Por que esse interesse por misturar ficção e realidade, de revelar os processos da obra artística?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Tenho um interesse natural por isso. Acho que a ideia de revelar a construção de algum nível de realidade, qualquer que seja ele, nos ajuda a lembrar que tudo, em última instância, é construção. Identidade, cultura, relações de afeto, convivência, tudo é construção, nada é absoluto. Olhar as engrenagens nos faz perceber, ludicamente, que as coisas são móveis, flexíveis, e que muitas vezes nosso modo de olhar se vicia, nos fazendo inábeis e inflexíveis.</p>
<p><strong>“In On It” ficou oito meses em cartaz em São Paulo. O sucesso poderia ser associado ao interesse do público por essa interface da ficção com a realidade – vide o sucesso dos reality shows?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não sei se é questão da ficção e realidade que faz o sucesso da peça. A qualidade do texto, no que se refere à estrutura formal aliada a uma pegada bastante afetiva, junto do excelente trabalho dos atores, me parece mais claramente os grandes atrativos da peça, que além dos meses em São Paulo, ficou também meio ano no Rio.</p>
<p><strong>Qual é a magia do texto de Daniel MacIvor?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Ele é muito engenhoso no texto e se utiliza muito bem do que é misterioso para o público junto com o que é muito familiar. Vide alguns elementos quase melodramáticos do texto, que ficam muito bem dentro de uma estrutura feita de camadas.</p>
<p><strong>Você teve de mexer muito na estrutura do texto? Procurou simplificá-lo?</strong></p>
<p style="text-align: left;">Não mexi absolutamente nada, o que está em cena e o texto do Daniel.</p>
<p><strong>O foco do espetáculo está bastante na dupla de atores, que faz as passagens entre os três níveis que compõem a montagem. Essa opção – de valorizar o trabalho do ator – foi sua ou é uma premissa do texto?</strong></p>
<p style="text-align: left;">O texto tem esta característica. O autor é ator e na montagem que assisti, ele dirigia. O grau de sofisticação do texto tem muito a ver com o que ele pode esperar das atuações, isso é evidente. Sem bons atores esta peça não existe.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A sua Companhia dos Atores, fundada há 20 anos, corre o risco de acabar. Como o grupo manteve-se por tanto tempo? Qual seria a saída possível para dar continuidade ao trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: left;">A companhia continuou existindo porque a cada momento fizemos a escolha de que queríamos aquilo para nós, aquela convivência, a curiosidade, o trabalho. Tivemos alguns apoios importantes, nunca por período longo, e agora estamos num momento crítico, o que denota um sistema de política cultural que não dá o devido valor a esta continuidade. Basicamente a saída possível é apoio financeiro, para continuarmos a fazer daquele espaço um espaço para a cidade, para o País.</p>
<p style="text-align: left;">:: serviço<br />
dias 7 e 8 de setembro<br />
terça e quarta | 18h • Teatro Guarany<br />
duração: 1h20<br />
classificação indicativa: 16 anos</p>
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		<title>Um continente inteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 15:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Mirada]]></category>
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		<description><![CDATA[ "Na outra margem alguém me espera com um pêssego e um país", dizem os versos finais do poema "A Ponte", do poeta uruguaio Mario Benedetti, lido pela atriz Ligia Cortez - filha dos atores Raul Cortez e Célia Helena - na abertura da cerimônia de lançamento do MIRADA, segunda-feira (16/08), no SESC SANTOS. Sim, Ligia, o MIRADA não erguerá uma ponte, mas dezenas; e não lhe dará um país, mas quase um continente inteiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1450 aligncenter" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/P10100521.jpg" alt="" width="476" height="517" /></p>
<p>&#8220;Na outra margem alguém me espera com um pêssego e um país&#8221;, dizem os versos finais do poema &#8220;A Ponte&#8221;, do poeta uruguaio Mario Benedetti, lido pela atriz Ligia Cortez &#8211; filha dos atores Raul Cortez e Célia Helena &#8211; na abertura da cerimônia de lançamento do MIRADA, segunda-feira (16/08), no SESC SANTOS.</p>
<p>Sim, Ligia, o MIRADA não erguerá uma ponte, mas dezenas; e não lhe dará um país, mas quase um continente inteiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1451" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/P1010055.jpg" alt="" width="459" height="611" /></p>
<p style="text-align: left;">Para o diretor regional do SESC SÃO PAULO, Danilo Miranda (de pé, na foto acima, ao lado da diretora Neyde Veneziano e do secretário de cultura de Santos, Carlos Pinto &#8211; sentados), o teatro verticaliza questões políticas e culturais. Daí a importância da realização do MIRADA no Brasil, o único país &#8220;lusoparlante do continente latino-americano&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Nossa matriz cultural é portuguesa e isto definiu não apenas a língua, como o nosso modo de ver o mundo, mas as nossas raízes ibéricas também existem e precisam ser aprofundadas&#8221;, defendeu.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1452" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/P1010060-560x420.jpg" alt="" width="517" height="387" /></p>
<p style="text-align: left;">Representando a classe artística de Santos, a diretora e pesquisadora de teatro Neyde Veneziano &#8211; especialista na obra do dramaturgo italiano Dario Fo &#8211; ressaltou que a cidade é um celeiro de grandes talentos &#8211; entre eles o dramaturgo Plínio Marcos -, muitos dos quais viraram celebridade &#8211; como Ney Latorraca.</p>
<p style="text-align: left;">Ela lembrou também os velhos tempos do teatro santista. &#8220;Essa energia teatral de Santos vem desde o  (Teatro) Coliseu antigo, com o espetáculo &#8216;Família do Matraga&#8217;, que funcionava como A Grande Família hoje (seriado televisivo, criado pelo dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho). Todo final de semana, o público lotava o teatro para assistir a mais um episódio da &#8216;Família do Matraga&#8217;.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Para Neide, o MIRADA oferece &#8220;oportundade de fazer reflexões, trocar figurinhas com outros criadores e de acrescentar mais pedrinhas à construção do teatro santista&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/P10100511.jpg" alt="" width="502" height="376" /></p>
<p>Público aguarda para entrar no teatro do SESC SANTOS. Cerca  de 400 pessoas compareceram.</p>
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		<title>Hecho en el Peru,Vitrinas para un Museo de la Memoria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 20:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Casa da Frontaria Azulejada]]></category>
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		<description><![CDATA[Prestes a completar 40 anos, em 2011, o grupo reconhecido pela ênfase política de suas criações conjuga as formas da instalação plástica e da ação dramática. Durante duas horas, o espectador percorre uma galeria com seis vitrines nas quais pode fazer o seu roteiro: em quais se ater ou mesmo em todas. A cada nicho, uma atriz ou ator relaciona-se com objetos ou interage. Seis presenças sublinham ideias, atos e perfis heterogêneos de uma matriz comum, tal qual a marca de produto. Entre as reflexões lançadas, estão o temor e a esperança que a fé emana, a maquinação oculta do terror de Estado e o imaginário indígena que a dominação colonial e sua herdeira, a republicana, compilaram. Sediado em Lima, o Yuyachkani é um dos expoentes do teatro latino-americano premiado e requisitado no circuito internacional. Seu nome, em quéchua, significa "estou a pensar, estou a recordar".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-494" title="HECHO EN EL PERU, VITRINAS PARA UN MUSEO DE LA MEMORIA - PERU" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/03hechoEnElPeru-560x420.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>Prestes a completar 40 anos, em 2011, o grupo reconhecido pela ênfase política de suas criações conjuga as formas da instalação plástica e da ação dramática. Durante duas horas, o espectador percorre uma galeria com seis vitrines nas quais pode fazer o seu roteiro: em quais se ater ou mesmo em todas. A cada nicho, uma atriz ou ator relaciona-se com objetos ou interage. Seis presenças sublinham ideias, atos e perfis heterogêneos de uma matriz comum, tal qual a marca de produto. Entre as reflexões lançadas, estão o temor e a esperança que a fé emana, a maquinação oculta do terror de Estado e o imaginário indígena que a dominação colonial e sua herdeira, a republicana, compilaram. Sediado em Lima, o Yuyachkani é um dos expoentes do teatro latino-americano premiado e requisitado no circuito internacional. Seu nome, em quéchua, significa &#8220;estou a pensar, estou a recordar&#8221;.</p>
<p><strong>Grupo Cultural Yuyachkani<br />
</strong><strong>Peru</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>concepção e direção:</strong> Miguel Rubio Zapata<br />
<strong>elenco:</strong> Amiel Cayo, Ana Correa, Augusto Casafranca,<br />
Julián Vargas, Rebeca Ralli e Teresa Ralli</p>
<p><a title="Yuyachkani" href="https://www.facebook.com/pages/Los-Yuyas-la-pagina-de-Yuyachkani/186998769450" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.facebook.com/pages/Los-Yuyas-la-pagina-de-Yuyachkani/186998769450?referer=http%3A%2F%2Fmirada2010.sescsp.org.br%2Ftag%2Flatino-americano');"><span style="color: #008080;"><strong>Yuyachkani no Facebook</strong></span></a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #008080;"><strong>:: serviço<br />
</strong></span><strong>dias 5 e 6 de setembro<br />
</strong><span style="color: #008080;">domingo e segunda | 19h •<strong> Casa da Frontaria Azulejada<br />
</strong></span><span style="color: #008080;">duração: <strong>2h<br />
</strong></span><span style="color: #008080;">classificação indicativa: <strong>16 anos<br />
legenda em português</strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #008080;"><strong><span style="color: #000000;">ingressos esgotados</span></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #008080;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #008080;"><strong><br />
</strong></span></p>

<a href='https://mirada2010.sescsp.org.br/hecho-en-el-peru-vitrinas-para-un-museo-de-la-memoria/01hechoenelperu' title='01hechoEnElPeru'><img width="150" height="150" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/01hechoEnElPeru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="01hechoEnElPeru" title="01hechoEnElPeru" /></a>
<a href='https://mirada2010.sescsp.org.br/hecho-en-el-peru-vitrinas-para-un-museo-de-la-memoria/02hechoenelperu' title='02hechoEnElPeru'><img width="150" height="150" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/02hechoEnElPeru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="02hechoEnElPeru" title="02hechoEnElPeru" /></a>
<a href='https://mirada2010.sescsp.org.br/hecho-en-el-peru-vitrinas-para-un-museo-de-la-memoria/03hechoenelperu' title='03hechoEnElPeru'><img width="150" height="150" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/08/03hechoEnElPeru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="03hechoEnElPeru" title="03hechoEnElPeru" /></a>

<p style="text-align: justify;">
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