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	<title>Mirada &#187; data</title>
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	<description>Festival Ibero-americano de Teatro de Santos</description>
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		<title>Ao público, nosso muito obrigado&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 17:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dez dias de programação, 11 países, 18 produções internacionais e 13 nacionais, 60 apresentações em 12 espaços da cidade de Santos,  11.500 ingressos vendidos, 100% de lotação nos espaços fechados e uma estimativa de 20 mil pessoas nos espetáculos de ruas. De fato, o público foi a grande estrela do MIRADA. A cidade de Santos recebeu o Festival com tanto entusiasmo que nem parecia a primeira edição do evento. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2371" title="Publico1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Publico11.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Dez dias de programação, 11 países, 18 produções internacionais e 13 nacionais, 60 apresentações em 12 espaços da cidade de Santos,  11.500 ingressos vendidos, 100% de lotação nos espaços fechados e uma estimativa de 20 mil pessoas nos espetáculos de ruas.</p>
<p>De fato, o público foi a grande estrela do MIRADA. A cidade de Santos recebeu o Festival com tanto entusiasmo que nem parecia a primeira edição do evento. Na foto de cima, plateia do Teatro Coliseu.</p>
<p>O SESC SP só tem a agradecer o imenso carinho com que o público acolheu o Festival e às pessoas que saíram de suas casas &#8211; com chuva e muitas vezes sozinhas &#8211; para desbravar esse grande continente por meio do teatro, além dos países ibéricos. Gente como a professora Amélia Tereza de Gouveia Franco (foto abaixo), que saiu do Gonzaga para assistir sozinha ao espetáculo &#8220;Vida&#8221; (Cia Brasileira de Teatro), no Coliseu.</p>
<p>Dessa forma, a maratona que envolveu cerca de 150 pessoas nos preparativos e na realização do MIRADA ficou muito mais prazerosa. Isso foi possível notar nos rostos e na dedicação de toda a equipe envolvida no Festival: dos curadores e organizadores aos funcionários de várias unidades do SESC, prestadores de serviços e cozinheiros, entre outros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2362" title="Publico1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Publico1.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2363" title="Publico5" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Publico5.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Público aguarda entrada no Teatro Coliseu.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2364" title="Mirada18" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mirada18-580x385.jpg" alt="" width="580" height="385" /></p>
<p>A imprensa nacional e internacional também abraçou o Festival. Na foto acima, mosaico com reportagens sobre o MIRADA, na Sala de Imprensa montada no SESC Santos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2365" title="Mirada17" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mirada17.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>A equipe da cozinha do SESC Santos merece nossos aplausos. O restaurante da unidade era o lugar mais frequentado depois dos espetáculos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2368" title="Mirada13" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mirada13.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2369" title="Mirada14" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mirada14.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Desmontagem com equipamento das últimas peças apresentadas no dia 11 de setembro, na unidade do SESC Santos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2370" title="Mirada5" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mirada5.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Epa, alguém tem de avisar ao pessoal aí da fila que o MIRADA acabou. Por enquanto.</p>
<p>Espetáculos apresentados nesta primeira edição:</p>
<p>• Argentina &#8211; El Desarollo de la Civilización Venidera (Daniel Veronese)  / Espía a una Mujer que se Mata (Daniel Veronese) / La Omisión de la  Familia Coleman (Claudio Tolcachir-Timbre 4) / Lote 77 (Marcelo Mininno)  / Mujeres Terribles (Lía Jelin) / Nada del Amor me Produce Envidia  (Diego Lerman) / Todos los Grandes Gobiernos Han Evitado el Teatro  Intimo (Daniel Veronese)<br />
• Bolívia &#8211; La Odisea (Teatro de los Andes)<br />
• Brasil &#8211; Arrumadinho (Trupe Olho da Rua &#8211; SP) / Espoleta (Banda Mirim &#8211;  SP) / Este Lado para Cima (Brava Companhia &#8211; SP) / Filhotes da Amazônia  (Cia. Pia Fraus &#8211; SP) / Gigantes pela Própria Natureza (Cia. de  Mystérios e Novidades &#8211; RJ) / In On It (Enrique Diaz &#8211; RJ) / Amargo  Santo da Purificação (Oi Nóis aqui Traveiz &#8211; RS) / O Cabra que Matou as  Cabras (Cia. de Teatro Nu Escuro &#8211; GO) / O Idiota – Uma novela Teatral  (Mundana Companhia &#8211; SP) / O Mundo tá Virado (Grupo Imbuaça &#8211; SE) /  Policarpo Quaresma (Centro de Pesquisa Teatral /SESC &#8211; SP) / Savana  Glacial (Grupo Físico de Teatro &#8211; RJ) / Vida (Cia. Brasileira de Teatro &#8211;  PR)<br />
• Chile &#8211; Fiesta (Trinidad Gonzáles)<br />
• Colômbia &#8211; Los Santos Inocentes (Mapa Teatro)<br />
• Equador &#8211; La Razón Blindada (Grupo Malayerba)<br />
• Espanha &#8211; El Foc del Mar (Xarxa Teatre) / Urtain (Animalario)<br />
• México &#8211; De Monstruos y Prodigios: la historia de los Castrati (Teatro de Ciertos Habitantes)<br />
• Peru &#8211; Hecho en el Perú, Vitrinas para un Museo de la Memoria (Grupo Cultural Yuyachkani)<br />
• Portugal &#8211; Jerusalém (O Bando)<br />
• Uruguai &#8211; Mi Muñequita (Cia. Complot)<br />
• Venezuela &#8211; Passport (Gustavo Ott)</p>
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		<title>Últimos vídeos</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 15:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Mirada]]></category>
		<category><![CDATA[data]]></category>

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		<description><![CDATA[Trechos de vídeos dos espetáculos "Fiesta", "Los Santos Inocentes", "Jerusalém" e "O Mundo Tá Virado", que fizeram parte da última semana de programação do MIRADA, que se encerrou no sábado, dia 11 de setembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/daniel-olivares-08.jpg" alt="" title="daniel-olivares-08" width="495" height="330" class="aligncenter size-full wp-image-2357" /></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/1HaWhg5NfKg?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/1HaWhg5NfKg?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Cenas de &#8220;Fiesta&#8221;, da dramaturga e diretora chilena Trinidad González, criação coletiva em que a expressão corporal importa mais do que a palavra. As duas apresentações (dias 10 e 11/09) foram no Teatro Guarany. O espetáculo causa incômodo ao abordar o niilismo de jovens pós-ditadura, que nada fazem, nada pensam, apenas matam o tempo.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/CO3WZ3ca0sk?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/CO3WZ3ca0sk?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Espetáculo do Mapa Teatro (Colômbia), &#8220;Los Santos Inocentes&#8221; ocupou a Casa da Frontaria Azulejada (nos dias 10 e 11/09), no Centro de Santos. Com dramaturgia e direção de Heidi e Rolf Abderhalden, a montagem promove fusão de linguagens, com projeção de vídeo, música ao vivo, show de variedades, teatro de máscaras.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/QMj64IfhTAI?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/QMj64IfhTAI?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Com quase 40 anos de existência o grupo português O Bando apresentou-se nos dias 9 e 10 de setembro, no Teatro Coliseu, com a plateia sobre o palco. O cenário, escuro e monocromático, recria um lugar devastado pela guerra, em que sete sobreviventes sitiados se entregam à barbárie, à prostituição e à loucura. Baseado no livro de Gonçalo M. Tavares.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/5OWcK4QQRi4?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/5OWcK4QQRi4?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>O título completo deste espetáculo de rua é &#8220;O Mundo Tá Virado, Tá no Vai ou Não Vai, uma Banda Pendurada, a Outra em Breve Cai&#8221;, do grupo Imbuaça (SE), que se apresentou primeiro no SESC Santos (dia 08/09), por conta da chuva, e na Praça Mauá (dia 09/09). </p>
<p>O espectador Ary Goulart Jr enviou comentário e um pedido ao grupo, cujo trecho está reproduzido abaixo:</p>
<p><em><em>&#8220;Deram um show de interpretação sátira nordestina e crítica, demonstrando todo o talento brasileiro que muitos não conhecem, e demonstrando a importância do MIRADA na cidade. Adoraria se os senhores organizadores pudessem informar como posso conseguir a letra e música tocada na abertura na peça achei-a muito legal. Abraço cultural&#8221;</em>, Ary Goulart Jr. (13 7814-5818)</p>
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		<title>Trecho de &#8220;O Idiota &#8211; Ensaios no Abismo&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 23:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sesc sp]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário realizado pela Gerência de Audiovisual do SESC SP, exibido durante o MIRADA, acompanhou a cia mundana de teatro (em caixa baixa) e a diretora Cibele Forjaz durante os oito ensaios abertos de "O Idiota - uma Novela Teatral", realizados nas unidades do SESC pelo Interior de São Paulo. O registro "O Idiota - Ensaios no Abismo" revela processos de criação, além das oficinas realizadas com o público e traz entrevistas com produção, atores e diretora.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/v3a8uEd7-EA?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/v3a8uEd7-EA?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Documentário realizado pela Gerência de Audiovisual do SESC SP, exibido durante o MIRADA, acompanhou a cia mundana de teatro (em caixa baixa) e a diretora Cibele Forjaz durante os oito ensaios abertos de &#8220;O Idiota &#8211; uma Novela Teatral&#8221;, realizados nas unidades do SESC pelo Interior de São Paulo. </p>
<p>O registro &#8220;O Idiota &#8211; Ensaios no Abismo&#8221; revela processos de criação, além das oficinas realizadas com o público e traz entrevistas com produção, atores e diretora.</p>
<p>Desde as 20h deste sábado, dia 11/09, está sendo apresentada a terceira e última parte do espetáculo, no Galpão do Porto, um lugar enorme que os 10 atores da saga de &#8220;O Idiota&#8221; tiveram de domar na marra, nas duas apresentações do espetáculo, realizadas entre os dias 6 e 11 de setembro.</p>
<p>Depois de estrearem em março deste ano no SESC Pompeia, o espaço ocupado durante o MIRADA, próximo ao cais de Santos e da linha férrea (com locomotivas passando), serviu de cenário para a adaptação do romance &#8220;O Idiota&#8221;, do russo Dostoiévski.</p>
<p><img src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/oidiota-408x420.jpg" alt="" title="oidiota" width="408" height="420" class="aligncenter size-large wp-image-2351" /></p>
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		<title>Aplaudida em cena aberta</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 20:05:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A atriz argentina María Merlino (fotos) arrancou suspiros e aplausos em cena aberta durante a apresentação do monólogo "Nada del Amor me Produce Envidia", ontem, no fosso do Teatro do SESC Santos - além de gritos de "bravo" no final. Apesar de ser um melodrama musical - com direção de Diego Lerman -, a atriz imprimiu presença elegante e fez uma interpretação delicada do texto de Santiago Loza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2339" title="Envidia3" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Envidia3.jpg" alt="" width="520" height="346" /></p>
<p>A atriz argentina María Merlino (fotos) arrancou suspiros durante a apresentação do monólogo &#8220;Nada del Amor me Produce Envidia&#8221;, ontem, no fosso do Teatro do SESC Santos, e gritos de &#8220;bravo&#8221; no final. Apesar de ser um melodrama musical &#8211; com direção de Diego Lerman -, a atriz conseguiu imprimir presença elegante e interpretação delicada ao texto de Santiago Loza.</p>
<p>María representa uma costureira que narra sua tragédia pessoal quando se vê no meio de uma disputa entre Evita Perón e Libertad Lamarque &#8211; as mulheres mais importantes da Argentina na década de 30 &#8211; pelo mesmo vestido. A atriz foi aplaudida em cena aberta após os números musicais em que canta ao vivo.</p>
<p>O espetáculo teve duas apresentações no MIRADA &#8211; nos dias 9 e 10 de setembro. Neste caso, o extraordinário se repetiu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2340" title="Envidia1web" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Envidia1web.jpg" alt="" width="375" height="565" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O público fala</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 19:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia em que se completa mais um ano do atentado às Torres Gêmeas de Nova York, o teatro promove o entendimento e o reconhecimento das diferenças no MIRADA, que se encerra hoje, às 21h30, com nova apresentação de "La Odisea", do grupo Teatro de Los Andes, da Bolívia. Leia comentários do público sobre a peça que melhor simboliza o intercâmbio entre culturas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2322" title="DSC_1387" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_1387.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>No dia em que se completa mais um ano do atentado às Torres Gêmeas de Nova York, o teatro promove o entendimento e o reconhecimento das diferenças no MIRADA, que se encerra hoje, às 21h30, com nova apresentação de &#8220;La Odisea&#8221;, do grupo Teatro de Los Andes, da Bolívia.</p>
<p>Uma das peças que melhor simboliza o intercâmbio entre culturas &#8211; há atores advindos do Brasil e Itália e o diretor &#8211; César Brie &#8211; é argentino radicado na Bolívia &#8211; &#8220;La Odisea&#8221; atualiza o clássico &#8220;A Odisseia&#8221;, de Homero, ao aproximar os emigrantes latino-americanos do herói Ulisses.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2330" title="Odisea2" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Odisea21.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>O espetáculo ganhou dois comentários do público, postados neste site e reproduzidos logo abaixo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2326" title="Odisea1" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Odisea1.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p><em>&#8220;Quede muy bien inpresionado con esta escuela Latinoamericana  contemporanea de teatro, principalmente por que en su magnifica  interpretacion dieron una muestra objetiva de las fustraciones por la  que atraviesa Bolivia asimetricamente con los hermanos del continente. Fue singular la demostracion y dicotomia entre la debastacion de  principios y la lucha para sobrevivir con el nefasto capitalismo  neoliberal y su consequente violencia, corrupcion y el apelo del  alcoolismo para aliviar el estres que todavia enpeora su imigracion en  busca de mejor vida. Hojala se repitan estas presentaciones por el  continente, asi buscar nuestra aglutinacion e independencia. Apelo a MIRADA para repetir una nueva presentación en Santos, SP</em>&#8220;, Walter León</p>
<p><em>&#8220;Hola! Buenas tardes!! Quiero a travez de esta Felicitar a todo el grupo da magnifica apresentación de “La Odisea” que tube el privilegio de assistir anoche, quede encantada y muy emocionada! Vivo aqui en Santos, SP, Brasil, a 38 años y es muy raras veces que podemos ver una programación Latina! Espero que no sea a primera vez e voltem sempre! Deseo muchos triunfos e victorias en ese trayecto de apresentaciones! Abrazo cariñoso e mas una vez Parabens!!!&#8221;</em>, Antonieta Roman</p>
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		<title>Si me permiten hablar</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 16:03:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante todos os dias e noites do MIRADA, uma senhora ruiva, de olhos azuis, pequenina e inquieta (tanto que a foto saiu um pouco fora de foco) circulou alegremente por todos os espaços e atrações do Festival. Ela falou e hablou muito. Durante os debates, ela apresentava a mesa sempre de maneira informal e divertida. É Isabel Ortega, organizadora de eventos que visam o entendimento cultural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2376" title="DSC_1310" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_1310.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Durante todos os dias e noites do MIRADA, uma senhora ruiva, de olhos azuis, pequenina e inquieta (tanto que essa foto saiu um pouco fora de foco) circulou alegremente por todos os espaços e atrações do Festival. Ela falou e hablou muito. Durante os debates, era ela quem apresentava a mesa, sempre de maneira informal e divertida.</p>
<p>Isabel Ortega, atriz, diretora teatral, cantora lírica e organizadora de eventos que visam o entendimento cultural, faz parte da curadoria do MIRADA – ao lado de Danilo Santos de Miranda (sociólogo e diretor regional do SESC SP); Ramiro Osório (diretor do Festival Internacional de Sevilha); e Pepe Bablé (diretor do Festival Ibero-americano de Teatro de Cádiz).</p>
<p>Nascida em São José do Rio Preto (SP), morou na Capital – onde integrou o Grupo Macunaíma de Teatro, de Antunes Filho –, em Londres e hoje mora em Cádiz, na Espanha.</p>
<p>“Sou filha de imigrantes espanhóis. Vivi dentro da nostalgia, com pais que amavam sua terra e estavam aqui”, disse Isabel ao blog, em entrevista que concedeu no dia 7 de setembro, entre um espetáculo e outro. Conheça um pouco dessa personagem sem papas na língua:</p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Blog do MIRADA &#8211; Como começou seu envolvimento com teatro?</strong><br />
<strong>Isabel Ortega -</strong> Em 1975 eu ganhei o Prêmio Governador do Estado como atriz revelação. Eu nem sabia que a moça de quem eles falavam era eu (ri), que estava sentada, com os pés para cima, bem hippie. Começaram a falar muito bem de uma atriz transformista que fazia personagem masculino, eu olhei para um cara que estava do meu lado e falei “não vou embora agora não, quero conhecer essa atriz”. De repente, me chamam (ri). Eu fui sem sapato mesmo.</p>
<p><strong>Qual era a peça?</strong><br />
“A Exceção e a Regra”, de (Bertolt) Brecht, com direção de José  Eduardo Vendramini.</p>
<p><strong>E o que aconteceu após o prêmio?</strong><br />
Ganhei uma bolsa para estudar teatro, mas e eu não quis porque fiquei muito assustada. Foi por pura intuição que me tornei atriz. Eu tinha os meus 20 e poucos anos. Primeiro, fui fazer teatro em um salão de igreja em (São José do) Rio Preto. Eu morava lá. Na verdade, usei a bolsa para estudar piano e canto. Eu cheguei a cantar em ópera. Fiz recitais na Espanha e em São Paulo.</p>
<p><strong>Como o Festival está sendo recebido?</strong><br />
O que mais me surpreende no Brasil é a segurança das pessoas. Estou acostumada com o festival de Cádiz, que existe há 25 anos. Nas primeiras edições, não havia esse interesse que há aqui. Ainda havia uma dúvida, uma insegurança em relação ao festival. Aqui, senti o contrário. Todo mundo é seguro. Acho que o brasileiro é muito cara-de-pau (ri), mas não vejo isso como um problema. Acho uma ingenuidade bonita. Uma coisa de criança grande, de “vamos brincar, mas brincar de verdade?”.</p>
<p><strong>O que você tem a dizer sobre a organização?</strong><br />
A organização está disciplinada, firme, e quando os convidados, os artistas e o público dão de cara com essa segurança, todos se interessam profundamente pelo que essa segurança passa. Acho interessante a presença do Danilo (Santos de Miranda, diretor regional do SESC SP). Tem gente que diz, “nossa, o chefe está aqui na atividade, participando com bonezinho” ou “não é o diretor comendo naquele canto?”. Isso cria um ambiente de que somos todos iguais, de que ninguém é mais importante ou menos. Somos importantes.</p>
<p><strong>Isso não costuma acontecer em outros festivais no Exterior?</strong><br />
Normalmente acontece outro tipo de relação. É mais hierárquica. Os organizadores não circulam como os daqui. Eu circulo, não precisa nem me convidar (ri).</p>
<p><strong>Por que um festival de teatro para promover a integração ibero-americana? </strong><br />
Entre os curadores existe um consenso de que temos de plantar as sementes acumuladas ao longo de nossas vidas. O Festival, mais do que esse mercado, essa vitrine para se vender espetáculo, deve promover o intercâmbio e o entendimento entre as culturas. Eu participo também de um evento na Espanha chamado Diálogo de Culturas, que reúne artistas do Ocidente e do Oriente. Faz dois anos, tive a experiência de ver o debate entre um cineasta de Israel e um cara palestino. Tenho muita admiração pelo trabalho do SESC. Desejo que o SESC seja reconhecido internacionalmente e que outros países o copiem para facilitar o diálogo entre as pessoas, viabilizar o entendimento.</p>
<p><strong>Qual o maior empecilho para o Brasil se integrar culturalmente à América Latina?</strong><br />
A diferença de idioma. Falar o idioma do nosso vizinho é o mínimo que podemos fazer.</p>
<p><strong>Isso representou um problema durante o Festival?</strong><br />
Sim, tivemos de encontrar mecanismos para viabilizar o entendimento de ambas as partes. Isso de haver a tradução do português para o espanhol nos debates também tem de se fazer com as obras. Eu tive muita dificuldade de explicar aos convidados que não falam português o que se passava com os espetáculos brasileiros. O tempo inteiro eu fui traduzindo, quando o que eu queria era que eles se apaixonassem junto, no momento em que o texto é falado.<br />
<strong><br />
A equipe toda do SESC Santos foi preparada para esse intercâmbio?</strong><br />
Aqui no SESC, nos últimos três meses, falávamos todos os dias um pouco de espanhol. Desde a secretária ao cara que cuida dos carros. Somos os únicos deste continente que não falamos o idioma, por isso não dialogamos com Argentina, Paraguai, Uruguai. Por sinal, eu faço um evento internacional de mulheres escritoras que vai para o quarto ano em São Paulo e Rio Preto. Ano que vem faço também Brasília. Na última edição, eu trouxe 15 escritoras internacionais. Uma escritora do Peru, Gloria Dávila Espinoza, fez uma leitura em Quechua, idioma da sua tribo. Nisso, uma escritora do Paraguai, uma jornalista, fica de pé e fala uma poesia em tupi-guarani, e outra escritora, a escritora brasileira (e ativista indígena) Eliane Potiguara, fala em idioma da tribo dela. Todo mundo chorou, pois todo mundo entendeu o tom, a intenção. Eu me senti envergonhada por ser brasileira e não saber falar tupi-guarani.</p>
<p><strong>Por que não há nenhuma peça do Paraguai?</strong><br />
Ainda temos a obrigação de convidar o Paraguai, exatamente por causa da guerra (1864-1870, da Tríplice Aliança &#8211; Brasil, Argentina e Urugai &#8211; contra o Paraguai). Tenho amigas que escrevem que são paraguaias. Uma delas falou no SESC Vila Mariana e quando lhe perguntaram como são os homens de lá, ela respondeu que são frágeis, que dão muito trabalho, que são meninos grandes, tanto como maridos quanto como filhos e pais. Como não havia tantos homens após a guerra, as mulheres transavam entre famílias. Os homens de lá ainda são vistos como relíquia e elas têm de se desapegar disso. Acho que a nossa prioridade tem de ser o Paraguai na próxima edição. Se não houver um espetáculo bom, podemos trazer diretores, dramaturgos.</p>
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		<title>Socialmente confinados</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 22:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A passagem do tempo é narrada pelos atores por meio de textos e ações sobrepostos e repetidos, talvez como forma de reforçar os padrões de comportamento aos quais estamos socialmente confinados. Apesar de ambientar perfeitamente o espetáculo "Lote 77", a Casa da Frontaria Azulejada representou um grande desafio aos atores argentinos Marcelo Mininno, Andrés D'adamo e Rodrigo González Garrillo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/_bz_9_V34DA?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/_bz_9_V34DA?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Apesar de ambientar perfeitamente o espetáculo &#8220;Lote 77&#8243;, a Casa da Frontaria Azulejada, com suas portas e janelas em arcos, foi um grande desafio aos atores argentinos Marcelo Mininno, Andrés D&#8217;adamo e Rodrigo González Garrillo. </p>
<p>&#8220;Nossas apresentações na Argentina são feitas em espaços mais intimistas, com o público muito próximo. Aqui, tivemos de projetar bastante a voz&#8221;, disse D&#8217;adamo.</p>
<p>Apresentado nos dias 7 e 8 de setembro, &#8220;Lote 77&#8243; foi escrito e dirigido por Marcelo Mininno, baseado em suas experiências no campo, quando criança, ao lado do pai. </p>
<p>A ação se passa em um cenário feito de porteiras e cercas que confinam os atores, e a história aborda a criação e castração de bovinos como metáfora sobre a construção da masculinidade, percorrendo mais de 30 anos da vida de três homens nascidos na década de 70.</p>
<p>A passagem do tempo é narrada pelos atores por meio de textos e ações sobrepostos e repetidos, talvez como forma de reforçar os padrões de comportamento aos quais estamos socialmente confinados. Em cartaz desde 2008, &#8220;Lote 77&#8243; conquistou importantes prêmios em seu país.</p>
<p><img src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/03Lote77.jpg" alt="" title="03Lote77" width="500" height="335" class="aligncenter size-full wp-image-2298" /></p>
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		<title>Família disfuncional</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 21:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog do Mirada]]></category>
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		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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		<description><![CDATA[Além do uruguaio "Mi Muñequita", o espetáculo argentino "La Omisión de la Familia Coleman", do grupo Teatro Timbre 4, também aborda as relações dentro de uma família disfuncional. Apresentado dias 7 e 8 de setembro, no Teatro Coliseu - com plateia montada no palco, criando um ambiente intimista. Com texto e direção de Claudio Tolcachir, a peça está em cartaz desde 2005, com o mesmo elenco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/8nmKHrr1AB0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/8nmKHrr1AB0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Além do uruguaio &#8221;Mi Muñequita&#8221; (leia post anterior), o espetáculo argentino &#8220;La Omisión de la Familia Coleman&#8221;, do grupo Teatro Timbre 4, também aborda as relações dentro de uma família disfuncional. Apresentado dias 7 e 8 de setembro, no Teatro Coliseu - com plateia montada no palco, criando um ambiente intimista.</p>
<p>Com texto e direção de Claudio Tolcachir, a peça está em cartaz desde 2005, com o mesmo elenco, o que se nota nas atuações bastante convincentes e no encadeamento entre os climas tensos e descontraídos.</p>
<p>A história narra a fragmentação de uma família formada por uma mãe e quatro filhos. À primeira vista, as relações estão em crise por conta das dificuldades financeiras.</p>
<p>Depois, são agravadas com a morte da matriarca. Porém, a sequência de omissões de vários membros da família &#8211; especialmente dos adultos &#8211; diante das dificuldades revela que a tragédia não é circunstancial, mas vem de matrizes muito mais profundas.</p>
<p><a href="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Coleman.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2286" title="Coleman" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Coleman.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
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		<title>Com o braço engessado</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 18:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog do Mirada]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas mais de 300 apresentações da peça uruguaia "Mi Muñequita", nunca havia acontecido um incidente qualquer. Mas na noite da estreia no MIRADA, na quinta-feira (09/09), o ator Leonardo Pintos (na foto, com o braço engessado) quebrou o dedo da mão esquerda durante uma cena de luta corporal. Apesar da dor, o ator continuou o espetáculo. Ontem, na segunda noite de apresentação de "Mi Muñequita", no Auditório do SESC Santos, a plateia, lotada, aplaudiu a atitude.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2273" title="Mi Munequita" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Mi-Munequita.jpg" alt="" width="500" height="289" /></p>
<p>Nas mais de 300 apresentações da peça uruguaia &#8220;Mi Muñequita&#8221;, nunca havia acontecido um incidente. Mas na noite da estreia no MIRADA, na quinta-feira (09/09), o ator Leonardo Pintos (na foto, com o braço engessado) quebrou o dedo da mão esquerda durante uma cena de luta corporal.</p>
<p>Apesar da dor, o ator continuou o espetáculo. Ontem, na segunda noite de apresentação de &#8220;Mi Muñequita&#8221;, no Auditório do SESC Santos, a plateia, lotada, aplaudiu a atitude do ator de voltar ao palco com o braço engessado. A apresentação transcorreu normalmente, com pequenas alterações. Leonardo Pintos contou que terá de operar a mão assim que retornar a Montevideu.</p>
<p>Encenada pela Compañia de Artes Escenicas Contemporaneas &#8220;Mi Muñequita&#8221; (Minha Bonequinha) foi escrita por Gabriel Calderón quando tinha apenas 17 anos, e narra, de maneira irreverente, a história de uma adolescente vítima de violência doméstica. O cenário é composto de um sofá vermelho ladeado por dois criados-mudos, pelo qual se movimentam seis atores que representam as tragédias íntimas de uma família disfuncional.</p>
<p><a href="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_1368.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2275" title="DSC_1368" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC_1368.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a></p>
<p>Afonso Poyart (foto acima) veio de São Paulo, no ônibus disponibilizado pelo SESC SP para o Festival, especialmente para assistir a &#8220;Mi Muñequita&#8221;. &#8220;Gostei muito da peça. Valeu a pena ter vindo&#8221;, disse o aposentado, que soube do Festival por meio dos guias distribuídos nas unidades do SESC.</p>
<p>O transporte para o MIRADA sai do SESC Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 245). O retorno é feito depois do último espetáculo do dia. Informações: 11. 3234-3092).</p>
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		<title>Cabaré fantástico</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 17:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você que tem frequentado o MIRADA já deve estar íntimo das criaturas que vivem em um cabaré instalado na área de convivência do SESC Santos. Os Grumildos são seres vindos da imaginação da artista plástica peruana Ety Fefer e que provocam nossos instintos mais primitivos. Inspiradas nos tipos marginais do centro de Lima, envoltas em sexo, bebida e muita música, as marionetes mecânicas de Ety Fefer dançam, tocam e cantam para os visitantes desse cabaré fantástico.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="https://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://www.youtube.com/v/aut3a4zq2U8?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="https://www.youtube.com/v/aut3a4zq2U8?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Você que tem frequentado o MIRADA já deve estar íntimo das criaturas que vivem em um cabaré instalado na área de convivência do SESC Santos. Os Grumildos são seres vindos da imaginação da artista plástica peruana Ety Fefer e que provocam nossos instintos mais primitivos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2262" title="los_grumildos_mechanical_puppets__4" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/los_grumildos_mechanical_puppets__4.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>Inspiradas nos tipos marginais do centro de Lima, envoltas em sexo, bebida e muita música, as marionetes mecânicas de Ety Fefer dançam, tocam e cantam para os visitantes desse cabaré fantástico, que tem cenografia de Vicca Verde, Mateo Leébana e Tito Koster, e música de Ramón Perez Prieto e Novalima Music. Os mecanismos são de Alonso del Rio.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2263" title="los_grumildos_mechanical_puppets__2" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/los_grumildos_mechanical_puppets__2.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>Los Grumildos foram vistos pela primeira vez em 2004,  no Visual Theather and Puppet Festival, em Barcelona. Desde então, percorreram a Europa e o Norte da África, sendo expostos nos mais diversos espaços &#8211; de bares, catacumbas a galerias. Saiba mais em www.grumildos.com.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2264" title="los_grumildos_lowtech_mechanical_pu" src="https://mirada2010.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2010/09/los_grumildos_lowtech_mechanical_pu.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>A instalação continua em cartaz até sábado, das 14h às 17h, e das 18h às 23h. A indicação etária é de 16 anos.</p>
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